sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Bicicleta - Brincadeira que faz bem!

Além de divertir, esta atividade física ajuda seu filho a melhorar a coordenação motora, a noção espacial e o equilíbrio.

Bicicleta - Brincadeira que faz bem!

Pedalar é uma atividade divertida que pode ser feita por toda a família. De fácil acesso - quem não tem uma bicicleta pode alugar nos parques de várias cidades - exige apenas disposição e fôlego (que melhora com a prática constante da atividade).

Andar de bicicleta também é uma maneira de incutir nos pequenos o gosto pelos exercícios físicos sem obrigatoriedade. Ao contrário das muitas atividades que eles têm durante a semana - algumas obrigatórias e pouco prazerosas -, pedalar é brincadeira das boas, para todas as idades.

Outro fator importante é o desafio individual que o aprendizado impõe. Além disso, colabora para o desenvolvimento , melhorando a coordenação motora, o equilíbrio.

"Por ser um exercício aeróbio , reforça a capacidade cárdio-respiratória e o condicionamento físico, trabalhando especialmente a musculatura das pernas, e ajuda a controlar o peso, um problema cada vez mais atual", explica a professora de educação física Sonia Regina de Carvalho Perrone*.

A partir dos dois anos de idade, o objeto bicicleta já começa a atrair a curiosidade do baixinho, mas só por volta dos seis anos, quando a coordenação está mais desenvolvida, ele consegue se divertir com mais segurança e estabilidade . Nesta fase também ganha noção espacial, o que lhe dá condições melhores para percorrer determinada distância, fazer curvas e fugir das "armadilhas" que o fizeram cair.

Se cair, tudo bem, faz parte do jogo. "O importante é estimular e colocar a criança em contato com outras da mesma idade que também estejam aprendendo", diz a professora.

E atenção: para que seu filho brinque em segurança é necessário escolher um local adequado para pedalar - ciclovias, parques, calçadões. Jamais a rua! Também é necessário adotar equipamentos de segurança , com destaque para o capacete, que deve ser bem ajustado à cabeça e preso sob o queixo.

Para estimular o uso do capacete, cotoveleiras, joelheiras e luvas, uma dica é deixar o pequeno decorar os acessórios com adesivos e sempre lembrá-lo de como um tombo do passado poderia ter sido menos dolorido se ele estivesse equipado.

Na hora da compra, o ideal é levá-la junto para escolher o modelo mais adequado ao seu tamanho. Tomando estas medidas simples, você e seus filhos terão diversão garantida!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Regulagem do Câmbio Traseiro

Regulagem do Câmbio Traseiro

Câmbio traseiro é um dos componentes da bike que mais trabalha e, por isso, um dos mais sujeitos à perda de regulagem da indexação, principalmente devido ao natural esticamento dos cabos e à compressão dos conduítes. Indexação significa que cada click no trocador corresponde a mudança de uma marcha. O correto funcionamento do câmbio é fundamental para uma pedalada prazerosa, pois ninguém gosta de andar com a bike pulando a marcha e fazendo barulho. Como saber quando o câmbio está desregulado?


As marchas não entram com suavidade, demoram para subir ou descer e precisam de uma "ajuda" com o trocador.

A corrente não assenta corretamente nos pinhões, desta forma a marcha pula e o ritmo da pedalada é quebrado.

Há aquele ruído característico da corrente tentando encaixar: o famoso tléc-tléc-tléc. O Meu câmbio está desregulado.

E agora? Inicialmente, todo o processo de ajuste mostrado aqui considera que o câmbio estava posicionado corretamente e desregulou. Caso tenha ocorrido uma queda com a bike e a partir disso o câmbio começou a apresentar o problema, é possível que a gancheira do câmbio tenha entortado e desalinhado.

Para este reparo indicamos a visita a uma oficina especializada, que possui o ferramental adequado para posicionar a gancheira ou até mesmo fazer a substituição da mesma. Para conferir o alinhamento do câmbio, olhando por trás da bike, as polias devem estar alinhadas entre si e © Leo Himsl Texto e fotos: Equipe Bike Company Câmbio Traseiro Regulagem do 39 perpendicularmente ao chão. Outro sintoma característico do desalinhamento é quando a indexação das marchas funciona corretamente no volante maior e não no menor, ou vice-versa. Agora vamos ao processo de regulagem do câmbio, partindo da seguinte observação: ajuste a marcha para que fique no menor pinhão do cassete. Enquanto pedala a bike, suba uma marcha, depois desça uma. A corrente demora mais para subir ou para descer os pinhões do cassete?

Se demorar mais para subir (o que é o mais comum), é necessário esticar um pouco o cabo de aço. Para isso, gire ¼ de volta do regulador de tensão do cabo no sentido anti-horário: isto deve fazer a corrente subir mais rápido. Verifique o funcionamento das marchas e, caso esteja lento ainda, estique mais um pouco. Se você foi além do que precisava, a corrente vai subir bem, mas a descida vai ficar prejudicada. Para ajustar, volte um pouco o regulador até chegar na afinação correta. Se a demora for na descida é necessário afrouxar o cabo.

Então gire ¼ de volta do regulador no sentido horário, e como fizemos no caso anterior, regule conforme a necessidade até encontrar o melhor ajuste. Alguns câmbios não têm o regulador de tensão do cabo. Neste caso, o ajuste é feito no regulador que fica junto ao trocador de marchas. Para quem usa o sistema Dual Control, da Shimano (câmbios rapid rise), inverta o processo, pois quando esticamos o cabo a marcha desce. Este ajuste de tensão do cabo de aço é o único ajuste que deveria ser feito em um câmbio traseiro instalado adequadamente, e que você mesmo pode fazer. Além deste ajuste, há os parafusos que limitam o movimento do câmbio, que normalmente ficam juntos e possuem uma identificação H ou L, e o parafuso que regula o ângulo do câmbio. Mas estes ajustes devem ser feitos em uma oficina especializada, pois uma regulagem inadequada pode causar um grande dano em sua bicicleta.

Manutenção da Corrente

Manutenção da Corrente


A manutenção da corrente da bicicleta é um assunto delicado, pois se trata do componente que transmite a força da sua pedalada para a roda traseira. Como ocorre aplicação de força sobre a corrente, ela se desgasta fácil e pode não funcionar adequadamente.


A aplicação de força sobre a corrente está da seguinte forma relacionada com o giro:

O desgaste varia conforme o clima da região, a proximidade com o mar, o uso na terra ou asfalto, a “delicadeza” nas trocas de marchas, etc.

Você pode verificar o desgaste da corrente em casa, sem a necessidade de ferramentas especiais, embora um medidor de desgaste na mão facilita o serviço. Com uma régua ou trena, em polegadas, faça a medição entre os elos, tendo como referência o pino de ligação do primeiro elo da corrente, e o pino que fica a exatamente 12 polegadas do primeiro.

Se a distância do pino for de até 1/16'' da polegada 12, a corrente ainda está boa. Conforme o desgaste ocorre, essa distância aumenta.

Se a distância do pino for maior que 1/16'' da polegada 12, está na hora de trocar a corrente, mas a transmissão, provavelmente, ainda não está danificada.

Se a distância for maior que 1/8'' da polegada 12, já devia ter ocorrido a troca da corrente. A transmissão começa a ficar comprometida, pois há desgaste dos pinhões e coroas.

Quanto maior a distância, a partir de 1/8'' da polegada 12, maiores os danos para pinhões e coroas. Neste caso, uma corrente nova vai ficar pulando entre as engrenagens, e a solução é trocar todo o conjunto de transmissão.

Verifique o desgaste da corrente, no mínimo, a cada 300 km, ou a cada 2 semanas de uso intenso.



Galeria de Imagens:



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Dicas para Manter sua Bike como Nova

“É melhor prevenir do que remediar” - Com certeza você já ouviu essa máxima. Na coluna palavra do mecânico, veja o que os “doutores da bike” indicam para evitar uma “intervenção cirúrgica” na sua magrela.

Dicas para Manter sua Bike como Nova


Iniciando as matérias que tratam de manutenção, vamos mostrar alguns cuidados para manter a bicicleta sempre em bom estado. Estas dicas são baseadas nas perguntas mais frequentes das pessoas que adquirem uma bike.

Retoque danos na pintura imediatamente para prevenir corrosão. Se você não encontrar uma tinta na cor que combine, use um esmalte de unhas com uma cor próxima ou uma base transparente.

Cole um pedaço de fita isolante no chainstay direito (tubo de baixo da corrente) da bike para prevenir que a corrente danifique a pintura e também diminuir o barulho que ela provoca quando bate no quadro. Uma opção é ir a uma loja especializada e comprar um protetor de quadro apropriado.

Semanalmente, verifique se as sapatas de freio têm algo preso na sua superfície que poderão desgastar prematuramente os aros (pedaços de alumínio, grãos de areia). Retire-os com uma faca ou objeto pontiagudo.

Se você usa a bike com bastante frequência, faça revisões periódicas.

Uma cobertura de cera ajuda a manter a bike limpa. Use cera automotiva líquida para isso. Cuidado com os freios a disco, não os encere.

Antes de sair para pedalar, confira se os pneus estão calibrados (a pressão de uso está sempre marcada na lateral do pneu). Andar com eles murchos pode danificar o aro, a câmara e até o pneu.

Se você carrega um cadeado/trava na bike, não os deixe simplesmente pendurados no guidão ou enrolados no canote de selim, pois eles vão balançar enquanto pedala e vão danificar a pintura da bike. Use o suporte apropriado que costuma acompanhar estes acessórios, ou carregue-os na mochila.

Bikes novas costumam ter uma garantia de loja para uma regulagem da transmissão e dos freios (estes componentes costumam desregular nas bikes novas nos primeiros dias). Use este check-up gratuito, pois é importante para garantir um funcionamento adequado e a durabilidade dos componentes.

Se você tiver que estacionar a bike ou até mesmo deixá-la no chão, tente deixar o lado direito para cima, a fim de proteger a transmissão, principalmente o câmbio traseiro, que pode acabar danificado, fazendo as marchas “pularem”. Ao mesmo tempo, se sua bike tem freios a disco, cuide para não encostar o rotor (disco) em nada, de forma a não o entortar.

Andar de bike na chuva é até legal de vez em quando, mas seque a bike assim que chegar em casa e se possível, aplique um pouco de óleo na corrente para não enferrujar e danificar o componente. Se foi na trilha e pegou lama, leve a bike a uma oficina especializada que vai saber o que fazer nestes casos.

Nunca encoste ou estacione a bike de forma que o quadro fique tocando na parede, rack ou suporte. Os tubos da bike têm paredes finas e poderão amassar ou danificar a pintura. Se tiver que encostar a bike, apoie pelo selim e guidão. A maioria dos suportes segura a bike pelas rodas.

Evite emprestar sua bike para outras pessoas andarem. Elas podem não ter o mesmo cuidado que você com a bike e acabar danificando algo.

Para os aficionados por leveza: A câmara de ar mais leve do mundo

As câmaras de ar Eclipse não são uma novidade, mas não são muito conhecidas. Elas são as câmaras mais leves do mundo.

Elas são bastante estranhas para ser bem sincero… Totalmente transparentes, essas câmaras são muito mais leves do que as câmaras convencionais. Principalmente nos modelos para MTB.


Eclipse


Por exemplo, o modelo para bikes aro 29 (1,5″ – 2,25″) pesa somente 62g, enquanto um modelo convencional de câmara ARO 26 (que são menores) pesam 166g. Ou seja… ela pesa um pouco mais de 1/3. A versão mais larga, para downhill, com 2,6 polegadas, pesa somente 69g.

Já para a bike de estrada a câmara também é bastante leve. O modelo para rodas 700c pesa somente 36g, sete gramas mais leves do que a câmara mais leve do mercado. A marca também oferece produtos para rodas de 20 e 24 polegadas.

De acordo com a empresa fabricante, o material é extremamente flexível e oferece uma razoável proteção anti-furo. Mas no caso de furar o pneu, existe um kit próprio para o reparo dessas câmaras.

Agora vamos para a parte ruim da notícia! Na europa essa câmara custa impressionantes 45 libras…. Como no Brasil tudo custa um absurdo… Não dá nem para imaginar quanto custaria aqui….. Mas fica aí a curiosidade!

Para mais informações, acessem o site da Eclipse.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Coordenador de Esportes de Martins/RN

   

  É com grande felicidade, que estamos informando a todos os leitores e ciclistas que acompanham nosso blog, que nosso amigo Alexandre Farias, um dos fundadores do Grupo Trilheiros da Serra Martins, é o mais novo COORDENADOR de Esportes do Município de Martins/RN.
 Valeu Alexandre Farias, que Deus lhe ilumine, e que você faça um excelente trabalho, nos que fazemos o Grupo Trilheiros da Serra sabemos do seu potencial. Valeu Apregado.!

Trilha na Reserva Ecológica em Martins/RN

Ótima trilha feita no domingo 03/02/2013, saímos cedinho para pedalar, um percurso pequeno  só que com ótimas trilhas, paisagens e aventuras, 



 Apesar das poucas chuvas, ainda estar verdinho.!





 Cansaço Visível 

 Ramonn
Alexandre
 Marquinhos
 No final da trilha, fomos agraciados com essa belíssima imagem. 

Trilheiros da Serra Martins