E neste sábado dia 23 de junho de 2018 fizemos o pedal de São João que irá a partir de agora se tornar tradição. Descemos a cabulosa ladeira da 13, indo até a cidade de Frutuoso Gomes, passando pela cidade de Antônio Martins, Serrinha dos Pintos e voltando a Martins. Foram 54 km de pura adrenalina e sebo nas canelas. Contamos com a presença dos parceiros Gilvan Neto, Darildo Leandro e Marquinhos. Valeu galera e dia a dia postaremos aqui nesse espaço nossos pedais.
terça-feira, 26 de junho de 2018
Longevidade: pedalar e caminhar aumentam expectativa de vida
Você sabia que nós podemos viver quase cinco anos a mais só por praticarmos atividades físicas?
Pois é. Um estudo do Hospital Birgham and Women, dos Estados Unidos, aponta que com 450 minutos de caminhadas semanais, ou seja, 7 horas e meia, nós ganhamos quatro anos e meio de longevidade.
Se você se exercita menos, tudo bem: pouco mais de uma hora, ou 75 minuto spara ser mais exato, é o tempo necessário para viver 1,8 ano a mais.
A terceira idade só tem a ganhar com atividades físicas moderadas, incluindo uma pedalada de vez em quando. Afinal, assim músculos e ossos ficam mais fortes e muitas doenças são evitadas.
E o melhor, mas que muitos ainda desconhecem: atividades físicas ajudam também o cérebro a funcionar melhor. É que, quando em atividade, os músculos produzem uma proteína que, no cérebro, interage melhorando as conexões dos neurônios.
Além disso, praticar exercícios ajuda ainda a prevenir o Alzheimer, inclusive para quem já tem predisposição à doença.
Com tantos benefícios, não dá para ficar parado: é aproveitar a CicloFaixa de Lazer aos domingos para pedalar e a Paulista Aberta para caminhar, correr e ainda conviver com artesãos e músicos locais. Partiu levantar da cadeira? Estimule alguém próximo a se exercitar também – só vai fazer bem.
Fonte: REVISTA BICICLETA
F-Si, a nova máquina de cross-country da Cannondale
Mais leve e ágil, modelo é indicado para as trilha mais exigentes e chega ao mercado brasileiro no começo do 2º semestre
Marca referência mundial de alta tecnologia em bicicletas, a Cannondale inova mais uma vez e apresenta a nova linha FS-i, com destaque para o modelo World Cup (foto), mountain bike hardtail mais leve e ágil já desenvolvida pela marca em toda a sua história. A WC é a mesma bike utilizada pela equipe Cannondale Factory Racing, que tem no seu time os principais nomes do mountain bike no mundo – como o brasileiro Henrique Avancini, terceiro do ranking mundial.
A linha F-Si teve seu início em 2015 e a cada ano a Cannondale traz novidades para os amantes do ciclismo. São cinco novos modelos com preços que variam entre R$ 10.999,00 até R$ 53.999,00.
Com apenas 900 gramas, o quadro Hi-MOD da F-Si World Cup é 80 gramas mais leve do que o seu antecessor. Trata-se do quadro de mountain bike mais leve que a Cannondale já produziu. Sua rigidez, porém, colabora nos sprints, melhor tração, controle e, consequentemente, na diminuição de fadigas com o exclusivo sistema SAVE (amortecimento com base na construção do carbono em pontos de maior stress).
Outro grande diferencial da linha F-Si está no seu sistema de suspensão frontal, chamado de Lefty Ocho – primeiro garfo de suspensão de braço único e crown único do mercado. Em sua sétima versão, a Lefty Ocho é a mais avançada, suave e precisa suspensão de mountain bike cross-country ultraleve já feita.
O novo design de crown único reduz mais de 250 gramas de peso da Lefty de Carbono anterior, tornando-o um dos garfos de suspensão mais leves do mundo, sem deixar de ter a melhor rigidez geral de qualquer suspensão ultraleve. Com seu setup ainda mais personalizável, torna a bike ágil onde necessário e na quantidade certa para fluir na pista.
Para mais informações sobre a nova linha F-Si equipada com a suspensão Lefty Ocho, visite www.cannondale.com. Siga também a Cannondale no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.
Fonte: REVISTA BICICLETA
Interflon lança linha de lubrificantes de alta performance para bicicletas
Empresa holandesa é fornecedora de grandes indústrias e enxerga o mercado brasileiro de duas rodas com enorme potencial de crescimento.
Com o crescimento do mercado brasileiro de bicicletas de maior valor agregado, marcas de acessórios, componentes e lubrificantes começam a importar ou desenvolver localmente produtos para o nosso mercado, de acordo com a legislação brasileira e as necessidades dos nossos ciclistas e entusiastas.
Um dos exemplos é o da empresa holandesa Interflon, que produz lubrificantes para a indústria pesada há mais de 40 anos e está presente em cerca 50 países nos cinco continentes. A partir de uma pesquisa de mercado, a companhia percebeu que o competitivo mercado nacional oferecia oportunidades para empresas com tecnologia de ponta. A partir daí fechou uma parceria comercial com a Calypso para a distribuição exclusiva do produto para todo o mercado brasileiro.
Inicialmente são dois produtos: Um deles é o Lubrificante Lube TF, voltado para correntes, cabos e partes móveis. Ele possui tecnologia MicPol®, que forma uma película lubrificante seca que reduz a fricção e o atrito por penetrar em locais onde os outros lubrificantes não atuam.
Devido a tecnologia MicPol® , ele atrai menos sujidade, rendendo três vezes mais do que os produtos concorrentes. Laudos de testes do SENAI comprovam que o lubrificante Interflon Lube TF suporta uma carga 4x maior que a concorrência, resultando em menor desgaste para os componentes e economia para o usuário final.
Outra novidade é a Graxa Grease MP1, também com tecnologia MicPol, que possui aplicação voltada para o´rings, rolamentos, cabos, câmbios, movimentos de direção e central, pedais e cubos e também atrai menos sujidades, tornando a relação benefício x custo mais vantajosa para todos. “O mercado de bicicletas tem grande potencial e está em franca expansão no Brasil. Com a construção das ciclovias, os eventos que valorizam a mobilidade urbana e a saúde, acredito que surgirão oportunidades para novas marcas entrarem no mercado”, revela José Yanez, Membro do Comitê Estratégico Internacional da Interflon.
Sobre a Interflon
A Interflon foi fundada em 1980 com a invenção da lubrificação a seco com Teflon®, posteriormente melhorada para MicPol®. Atualmente, a Interflon vende mais de 800 toneladas de graxas e lubrificantes por ano e possui uma carteira de clientes de 135.000 empresas, entre elas Volkswagen, Lotus, Mc Laren, Ford, Usiminas, Bayer, Coca Cola, Vale e Bimbo, entre outras. No Brasil a empresa atua há 20 anos.
Interflon Lube TF (lubrificante)
Lubrificante seco de alta qualidade para várias aplicações, que possibilita intervalos de lubrificação extremamente prolongados.
Propriedades e Vantagens
- Lubrificação seca, sem a aderência de sujeira
- Excelente proteção contra corrosão e desgaste
- Bom de limpar e dissolver ferrugem
- Melhor resistência à água (salgada) e oxidação
- Boas propriedades de penetração.
Interflon Grease MP 1 (Graxa)
Graxa universal para a lubrificação geral de maquinaria industrial, ferramenta e veículos.
Com tecnologia exclusiva MicPol® para propriedades superiores de lubrificação, excelente vedação (de rolamentos) e intervalos muito mais longos.
Altamente resistente à água, químicas e outras formas comuns de contaminação. Para o uso em alcances amplos de RPM e temperatura. Também apropriado para sistemas de lubrificação automatizados.
Propriedades e vantagens
- Apto para a maioria dos pontos de lubrificação
- Redução significante em fricção e desgaste
- Reduz o consumo de graxa
- Alta resistência a água, corrosão e pressão
- Excelentes propriedades de emergência
Maiores Informações:
Fonte: REVISTA BICICLETA
quarta-feira, 30 de maio de 2018
terça-feira, 22 de maio de 2018
Desafio dos Jesuítas de MTB 2018 - Carapicuíba - Prova deve receber entre 600 a 1200 pessoas.
A cidade de Carapicuíba, município da região metropolitana de São Paulo vai sediar a primeira edição do evento “Desafio dos Jesuítas de Mountain Bike e 1ª Corrida Noturna da Associação Atlética Correr é Saúde”.
O nome do evento é inspirado na passagem dos Jesuítas pela região e na fundação da Aldeia Jesuítica de Carapicuíba em meados dos anos 1580.
“Para quem não conhece a história desta região, a Aldeia Jesuítica de Carapicuíba é uma das 12 aldeias fundadas pelo Jesuíta português José de Anchieta e na época era ocupada pelos índios Guaianazes. O local é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde o ano de 1940 e é a única das 12 aldeias fundadas por José de Anchieta que mantém as características originais desde a sua fundação”.
O projeto Desafio dos Jesuítas também é inspirado no ciclo Olímpico Tokyo 2020 e um dos objetivos da competição é elaborar um dos circuitos mais técnicos já feitos no país desde as olimpíadas. Sendo assim, surgiu a necessidade de elaborar um projeto que tivesse a grandiosidade Olímpica e que oferecesse toda estrutura necessária para receber os atletas participantes e o público presente.
Local
Foram 5 meses a procura de um local que pudesse oferecer toda estrutura necessária para realização do evento e que trouxesse um trajeto inédito. Após visitações e pesquisas, a organização do evento encontrou na Faculdade da Aldeia de Carapicuíba – FALC o local ideal para sediar esta prova.
"Há muito tempo estava com o objetivo de trazer um evento de Mountain Bike para a região e minha prioridade estava em encontrar algum local na cidade de Carapicuíba, SP. Buscava algo novo além das tradicionais trilhas do parque Cemucam. Após realizar um trabalho para a Associação Atlética Correr é Saúde acabei conhecendo as Trilhas da FALC e me apaixonei pelo lugar. Pouco tempo depois apresentei o projeto de prova para os gestores da FALC e consegui a autorização para poder realizar o Desafio dos Jesuítas” – Explica André Oliveira, idealizador do evento.
Programação
A programação do evento e toda estrutura está sendo montada para atender cerca de 600 a 1200 pessoas entre atletas e visitantes nos três dias de evento em data a ser divulgada nos próximos dias. Haverá uma bateria de atividades voltadas ao público visitante e o circuito da prova contará com 5,5 km de extensão dividido em trechos para atletas profissionais e amadores.

Além disso a organização do evento fechou uma parceria com a Associação Atlética Correr é Saúde e vai estar promovendo a primeira corrida noturna de Carapicuíba que levará o nome de 1ª Corrida Noturna Correr é Saúde, a largada desta corrida noturna será no sábado à noite e os participantes poderão escolher entre dar uma ou duas voltas no circuito.
Todas competições terão transmissão ao vivo através das redes sociais. As demais programações estão sendo montadas junto à organização do evento e seus parceiros. Novas parcerias também estão sendo fechadas para engrandecer ainda mais este evento! Quem deseja visitar as trilhas da FALC deverá fazer um pré cadastro com a organização do evento para fazer um agendamento.
Fique de olho no site pedal.com.br para ver mais informações sobre o evento O Desafio dos Jesuítas é um evento promovido por André Oliveira e tem apoio da Faculdade da Aldeia de Carapicuíba, Associação Atlética Correr é Saúde e do site Pedal.com.br
Para maiores informações envie um e-mail para o site oficial da prova.
Todas competições terão transmissão ao vivo através das redes sociais. As demais programações estão sendo montadas junto à organização do evento e seus parceiros. Novas parcerias também estão sendo fechadas para engrandecer ainda mais este evento! Quem deseja visitar as trilhas da FALC deverá fazer um pré cadastro com a organização do evento para fazer um agendamento.
Fique de olho no site pedal.com.br para ver mais informações sobre o evento O Desafio dos Jesuítas é um evento promovido por André Oliveira e tem apoio da Faculdade da Aldeia de Carapicuíba, Associação Atlética Correr é Saúde e do site Pedal.com.br
Para maiores informações envie um e-mail para o site oficial da prova.
Fonte: pedal.com.br
POR QUE NÃO SE DEVE PEDALAR DE RESSACA?
“Vamos beber até altas horas e mais tarde dou um corridão ou mando aquele pedal com a galera e tá tudo resolvido”.

As vezes trabalhamos nossa mente e consciência, para que uma ação negativa seja suprimida por uma ação positiva, tão logo. É uma “lógica” que seguimos após uma noite cheia de álcool e resolvermos tomar o caminho mais curto para uma possível recuperação: Queimar os excessos de gordura. Mas no caso da bebida, tem-se um agravante.
Guillermo Rodríguez, médico esportivo do Instituto Avanfi (Localizado na Europa), publicou alguns alertas sobre o perigo da combinação ressaca e esporte, em um dos maiores jornais mundiais, o El País. O profissional médico alerta que nestas condições “nossos músculos não estão bem recuperados, o que aumenta o risco de lesões”.
Somando a acidose causada pelo álcool, que em conjunto com a produção do ácido láctico a partir da prática esportiva, multiplica o risco de sofrer problemas musculares.
Um terceiro fator, é que o álcool provoca uma importante alteração metabólica na glicose do nosso organismo, o que reativa o risco de lesão.
Segundo Dr. Rodriguez, ” o risco cardiovascular também se multiplica “. A falta de descanso fará com que o coração trabalhe em uma frequência muito maior que o que normalmente estaria, se o corpo estivesse em repouso.
Recentemente um dos posts mais visitados no site BIKERN, é sobre o cardiologista que informa sobre os riscos dos praticantes de atividades física de fim de semana. Clique aqui para ver.
Imagine por um momento, combinar uma semana sedentária com ressaca, e veja o tamanho do problemão.
Pratique atividade regularmente. Cerca de 30 minutos diários não lhe farão falta e seu corpo, agradece.
Fonte: BIKERN
ESSA É A PRIMEIRA RODA IMPRESSA EM 3D QUE SE TEM NOTÍCIA
No futuro não muito distante, acredito que algumas peças serão construídas/reconstruídas sob medida para cada ciclista. Fato que muito do que se faz nos dias de hoje, no que se refere a impressão 3D, não tem a mesma resistência de um produto feito com material específico para aquela finalidade.

Mas muito se resolve, adotando uma estrutura mais desenvolvida e elaborada para a construção daquele componente, que é o que podemos ver nesta roda impressa.
A roda é construída sob a estrutura de favos de mel – tenho uma leve recordação que é uma das estruturas mais fortes existentes. No momento, a roda está sendo aplicada em bicicletas que rodam pequenas distâncias, mas que não deixa de ser um teste para as grandes viagens.
Fonte: BIKERN
Fonte: BIKERN
O 3° EPEL – Ecopedal da Ema Ligeira, promete aumentar a adrenalina e a carga de emoção para os participantes. Muitas inovações aguardam os ciclistas nesta 3° edição.
Fonte: BIKERN
Em sua terceira edição, um dos eventos mais tradicionais do RN traz algumas novidades para os ciclistas que estarão na cidade de Janduís no dia 01 de julho.

Fonte: BIKERN
Em sua terceira edição, um dos eventos mais tradicionais do RN traz algumas novidades para os ciclistas que estarão na cidade de Janduís no dia 01 de julho.

quinta-feira, 18 de junho de 2015
Trilha até a cidade de Portalegre, passando por viçosa e voltando até Martins pela serra dos picos... 67km de puro esforço, MUITO BOM....
Início da descida da ladeira do Saco da Impertinência no município de Serrinha dos Pintos
Subindo a serra de Portalegre, BORA PREGADOOOOOOOOOO...
Pórtico da entrada da cidade de Portalegre... prontos para descer a serra.
Já na comunidade Pico dos Carros em Martins, porém a parte mais complicada ainda está por vir, a serra...
Subindo a serra de Portalegre, BORA PREGADOOOOOOOOOO...
Pórtico da entrada da cidade de Portalegre... prontos para descer a serra.
Já na comunidade Pico dos Carros em Martins, porém a parte mais complicada ainda está por vir, a serra...
quarta-feira, 20 de maio de 2015
A importância do capacete: ponha isto na cabeça
Por Guilherme Caetano | Jornalismo Júnior
Chris Boardman pedalando sem capacete
durante gravação de programa para Chris Boardman pedalando sem capacete
durante gravação de programa para BBC britânica.
Foto: Fonte: BBC
Praticar
uma nova atividade exige sempre um preparo. Há esportes que podem
demandar maior esforço muscular, equilíbrio, técnica, acessórios
adequados. Há os que também necessitam de grande atenção com a
segurança. O ciclismo é um destes. Praticar exercícios com bicicleta
envolve riscos, principalmente em áreas urbanas, e muito se discute a
relevância do uso de equipamentos.Foto: Fonte: BBC
O debate ganhou contornos polêmicos quando, em 2014, o ciclista britânico Chris Boardman, medalhista olímpico, recusou-se a utilizar o capacete durante um programa da BBC sobre segurança no ciclismo. O motivo? Pois “isso desencoraja as pessoas a andar de bicicleta” e porque pedalar oferece tantos riscos quanto caminhar na rua. Obviamente, a questão levantou opiniões controversas mundo afora. Mas, afinal, o uso de capacete é ou não dispensável?
O capacete faz parte de uma gama de equipamentos e recomendações bastante difundidos no ciclismo. Por exemplo, é aconselhado que se use roupas claras ou chamativas durante o passeio, para que motoristas possam discernir o ciclista do ambiente urbano, geralmente escuro. Outras orientações e advertências, entretanto, não tiveram tanta atração dos praticantes. O espelho retrovisor do lado esquerdo, o pisca traseiro e o farol dianteiro são menos vistos entre os ciclistas.
A argumentação de Boardman é justamente essa. O campeão olímpico acredita que a adição de mais um item obrigatório à atividade afastaria as pessoas. A não recomendação do uso do capacete é para quebrar a distância entre o potencial ciclista e o atleta regular. Boardman diz que quanto mais pessoas pedalando, mais seguras estarão, já que “muitas vidas serão salvas dentre as 37 mil pessoas que morrem anualmente por doenças causadas pela obesidade”. Isso não é nada consensual entre os ciclistas.
Everton Douglas da Silva, professor do Projeto Pedal Consciente (uma idealização da Associação Sancarlense de Ciclismo), discorda do britânico. Para Ton, como ele é conhecido, o ciclismo é um esporte de muitas lesões graves e o capacete é indispensável. Além do mais, a recomendação de muitos acessórios e equipamentos estaria longe de ser um empecilho para o não-ciclista. Ton diz que “o que pode desencorajar é a dificuldade de circular em um trânsito movimentado, inadequado ao uso de bicicleta”.
Para o sancarlense, o medo de ser atropelado é ainda a maior obstrução para iniciantes e praticantes, principalmente quando uma via não está apropriada para receber bicicletas. E essa opinião é bem fundamentada: segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, 35 ciclistas morreram atropelados no ano de 2013 na capital paulista. Felizmente, o número é cada vez menor. Houve uma queda de 62,4% desde 2005, quando 93 ciclistas faleceram em acidentes. Mas a segurança não é o único fator que inibe a iniciativa ao ciclismo. “A taxa de imposto na fabricação das bicicletas é algo em torno de 70% e isso desmotiva o praticante a ter um equipamento mais sofisticado, com mais conforto e eficiência”, argumenta o professor.
No Código de Trânsito Brasileiro, o capacete não é um equipamento obrigatório – e nem mesmo mencionado no artigo 105. A justificativa é que não há como fiscalizá-lo. Entretanto, o item aparece em praticamente todas as listas de equipamentos recomendados para o ciclismo, geralmente elaboradas por veículos e blogs dessa área. Apesar de toda a experiência no esporte, Ton é um dos que encontram dificuldades em seu uso. “Como atleta digo que é desconfortável”, confessa, ao lembrar que o campo de visão periférico é prejudicado e que às vezes treina sem capacete. “Mas como técnico de ciclismo digo que é regra. Os acidentes de bicicleta possuem alta incidência e os tombos existem. As bikes só têm duas rodas, então elas vão cair, uma hora ou outra”, alerta.
O capacete pode não ser o acessório mais confortável para a prática do ciclismo e encontrar bastante resistência, até mesmo de experientes praticantes. Seu uso, entretanto, tem de ser levado a sério. Não dá para mensurar quantas pessoas já tiveram a vida salva por usarem o equipamento, mas pode acontecer com qualquer um. Contudo, também não se pode dizer que é um item indispensável, embora seja tão mais importante quanto maiores forem os riscos da atividade, principalmente corridas em alta velocidade.
Se sua obrigatoriedade é ainda um mito, o mesmo não se deve dizer da relevância do ciclismo. Afinal, apesar de o capacete não fazer mal nenhum, o ato de pedalar, com ou sem ele, é ainda uma das atividades mais saudáveis de todas.
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Fonte Revista Bicicleta
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