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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Domingão de manhã,sem nada pra fazer? Pegue sua bike e a de seu filho e saia com ele pra pedalar. Faz um bem enorme pro corpo e pra mente,, FICA A DICA!!!

 Saí pra pedalar com meu filho Vítor só aqui em cima da serra mesmo, e não é que quando vi já tínhamos rodado 13 km...






 Ladeira 13 de maio

Trilha até a cidade de Portalegre, passando por viçosa e voltando até Martins pela serra dos picos... 67km de puro esforço, MUITO BOM....

Início da descida da ladeira do Saco da Impertinência no município de Serrinha dos Pintos



 Subindo a serra de Portalegre, BORA PREGADOOOOOOOOOO...





 Pórtico da entrada da cidade de Portalegre... prontos para descer a serra.
 Já na comunidade Pico dos Carros em Martins, porém a parte mais complicada ainda está por vir, a serra...


quarta-feira, 20 de maio de 2015

A importância do capacete: ponha isto na cabeça

Por Guilherme Caetano | Jornalismo Júnior


Por Jornalismo Júnior
3.072 visualizações
A importância do capacete: ponha isto na cabeça
Chris Boardman pedalando sem capacete durante gravação de programa para Chris Boardman pedalando sem capacete durante gravação de programa para BBC britânica.
Foto: Fonte: BBC
Praticar uma nova atividade exige sempre um preparo. Há esportes que podem demandar maior esforço muscular, equilíbrio, técnica, acessórios adequados. Há os que também necessitam de grande atenção com a segurança. O ciclismo é um destes. Praticar exercícios com bicicleta envolve riscos, principalmente em áreas urbanas, e muito se discute a relevância do uso de equipamentos.
O debate ganhou contornos polêmicos quando, em 2014, o ciclista britânico Chris Boardman, medalhista olímpico, recusou-se a utilizar o capacete durante um programa da BBC sobre segurança no ciclismo. O motivo? Pois “isso desencoraja as pessoas a andar de bicicleta” e porque pedalar oferece tantos riscos quanto caminhar na rua. Obviamente, a questão levantou opiniões controversas mundo afora. Mas, afinal, o uso de capacete é ou não dispensável?
O capacete faz parte de uma gama de equipamentos e recomendações bastante difundidos no ciclismo. Por exemplo, é aconselhado que se use roupas claras ou chamativas durante o passeio, para que motoristas possam discernir o ciclista do ambiente urbano, geralmente escuro. Outras orientações e advertências, entretanto, não tiveram tanta atração dos praticantes. O espelho retrovisor do lado esquerdo, o pisca traseiro e o farol dianteiro são menos vistos entre os ciclistas.
A argumentação de Boardman é justamente essa. O campeão olímpico acredita que a adição de mais um item obrigatório à atividade afastaria as pessoas. A não recomendação do uso do capacete é para quebrar a distância entre o potencial ciclista e o atleta regular. Boardman diz que quanto mais pessoas pedalando, mais seguras estarão, já que “muitas vidas serão salvas dentre as 37 mil pessoas que morrem anualmente por doenças causadas pela obesidade”. Isso não é nada consensual entre os ciclistas.
Everton Douglas da Silva, professor do Projeto Pedal Consciente (uma idealização da Associação Sancarlense de Ciclismo), discorda do britânico. Para Ton, como ele é conhecido, o ciclismo é um esporte de muitas lesões graves e o capacete é indispensável. Além do mais, a recomendação de muitos acessórios e equipamentos estaria longe de ser um empecilho para o não-ciclista. Ton diz que “o que pode desencorajar é a dificuldade de circular em um trânsito movimentado, inadequado ao uso de bicicleta”.
Para o sancarlense, o medo de ser atropelado é ainda a maior obstrução para iniciantes e praticantes, principalmente quando uma via não está apropriada para receber bicicletas. E essa opinião é bem fundamentada: segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo, 35 ciclistas morreram atropelados no ano de 2013 na capital paulista. Felizmente, o número é cada vez menor. Houve uma queda de 62,4% desde 2005, quando 93 ciclistas faleceram em acidentes. Mas a segurança não é o único fator que inibe a iniciativa ao ciclismo. “A taxa de imposto na fabricação das bicicletas é algo em torno de 70% e isso desmotiva o praticante a ter um equipamento mais sofisticado, com mais conforto e eficiência”, argumenta o professor.

No Código de Trânsito Brasileiro, o capacete não é um equipamento obrigatório – e nem mesmo mencionado no artigo 105. A justificativa é que não há como fiscalizá-lo. Entretanto, o item aparece em praticamente todas as listas de equipamentos recomendados para o ciclismo, geralmente elaboradas por veículos e blogs dessa área. Apesar de toda a experiência no esporte, Ton é um dos que encontram dificuldades em seu uso. “Como atleta digo que é desconfortável”, confessa, ao lembrar que o campo de visão periférico é prejudicado e que às vezes treina sem capacete. “Mas como técnico de ciclismo digo que é regra. Os acidentes de bicicleta possuem alta incidência e os tombos existem. As bikes só têm duas rodas, então elas vão cair, uma hora ou outra”, alerta.
O capacete pode não ser o acessório mais confortável para a prática do ciclismo e encontrar bastante resistência, até mesmo de experientes praticantes. Seu uso, entretanto, tem de ser levado a sério. Não dá para mensurar quantas pessoas já tiveram a vida salva por usarem o equipamento, mas pode acontecer com qualquer um. Contudo, também não se pode dizer que é um item indispensável, embora seja tão mais importante quanto maiores forem os riscos da atividade, principalmente corridas em alta velocidade.
Se sua obrigatoriedade é ainda um mito, o mesmo não se deve dizer da relevância do ciclismo. Afinal, apesar de o capacete não fazer mal nenhum, o ato de pedalar, com ou sem ele, é ainda uma das atividades mais saudáveis de todas.
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Fonte Revista Bicicleta

Conheça uma das ubidas mais difíceis do mundo

Conheça a Scanuppia, a subida mais difícil do mundo


Altimetria da Salita Scanuppia
Altimetria da Salita Scanuppia
Do Bikemagazine
Fotos de divulgação
Uma subida na Itália é considerada a mais dura do mundo ou, se não é a difícil do mundo certamente é a mais íngreme daquele país. A “Salita Scanuppia” começa na localidade de Besenello, próxima a Trento, dentro de uma reserva natural que abrange uma área de 580 hectares.
Na Salita Scanuppia
Na Salita Scanuppia, subida próxima a Trento, na Itália

A estradinha com piso de concreto áspero começa na cota 200 metros sobre o nível do mar e termina no Monte Scanuppia, a 1.515 metros. São nada menos que 1.317 metros de desnível em apenas 7,5km de estrada com uma pendência média de 17,6%.
Mas o diferencial da subida são os trechos que atingem inacreditáveis 45%, isso mesmo 45% de inclinação máxima. Para se ter uma ideia da dificuldade, a lendária escalada ao Monte Zoncolan que já recebeu várias edições do Giro D’Italia tem 10,5km e 1.210 metros de desnível com média de 11,5% de inclinação.
Salita Scanuppia
Placas advertem sobre o que virá pela frente na Salita Scanuppia

Logo no início da subida da Scanuppia, pouco mais de um quilômetro do começo da estrada, uma placa de trânsito adverte de maneira bem clara o que vem pela frente. O trecho mais inclinado tem 2km de extensão e desafia o fôlego até dos mais treinados.
O local já recebeu algumas edições do “Scanuppia Day”, um evento cicloturístico que é permitido somente para mountain bikes. Os organizadores recomendam muito cuidado na hora de descer, já que os freios superaquecem. Não é aconselhado a escalada com bikes de estrada, pois nas bicicletas equipadas com freios tradicionais é muito comum o superaquecimento dos aros e os estouros de pneus.

Fonte Bike Magazine

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Condicionamento Físico parte II

Condicionamento físico - Parte II

Na matéria de ontem, tratamos sobre base de treinamento; nessa matéria, trataremos sobre preparação. Gosto sempre de utilizar exemplos por analogia, pois fica mais fácil de entender para quem não está habituado com o Planejamento de Treinamento.

Revista Bicicleta por Prof. Daniel Branco / CREF 1176/G PR
05/08/2014
Condicionamento físico - Parte II
Foto: Endostock
Como em uma obra, as paredes normalmente não “saem” do chão sem que tenhamos de nivelar para depois colocar o que se chama de cinta de concreto. Só após esta fase é que se inicia o levantamento das paredes “tijolo por tijolo”.
Em Treinamento Desportivo, há que se colocar as sobrecargas ou unidades de treinamento gradativamente, ou seja, não aumentar abruptamente as quilometragens e intensidades para não provocar um “over training” ou super-treinamento, em que o corpo reage com baixa imunidade, falta de apetite, contusões, lesões, baixa na libido, insônia, falta de concentração, irritabilidade, perda de peso rapidamente, desinteresse pelos treinamentos e até depressões inoportunas etc.
Para os atletas e praticantes de provas de longa duração, as quilometragens devem ser acrescidas progressivamente, portanto, prepare-se com bastante antecedência para encarar uma prova como Maratona, Iron Man e Voltas de Ciclismo.
Em treinamento, dividimos o ano de preparação em ciclos ou periodização: período preparatório, período competitivo e período de transição.

Período Preparatório

O período preparatório é o mais extenso do ano e pode chegar a ter 24 semanas (seis meses no total). É dividido em duas etapas: Preparação Geral e Preparação Específica.
Preparação Geral: Dura em média 16 semanas. O foco principal é a formação de uma base, em que o treinamento é muito generalizado para os iniciantes e pequenas unidades específicas para os atletas formados ou com bagagem competitiva. É uma fase que se avalia o atleta e é o início da temporada, portanto, não tem competição. Pode-se iniciar esta fase com treinamento de força em aparelhos e pesos livres objetivando resistência com intensidade sub máxima (circuito de exercícios que envolva grandes grupos musculares, alternando os grupos: em torno de 8 a 10 exercícios com três a quatro passagens completas em torno de 8 a 10 reps por exercícios e aumentando a cada semana); mude os exercícios a cada sessão e termine esta unidade com um cárdio curto específico de sua modalidade (corrida, ciclismo); frequência cardíaca em torno de 15 % do seu limiar; não abuse das quilometragens; em outro período do dia faça seus percursos mais longos também abaixo do limiar em torno de 15% e bem variados (morros, montanhas, descidas, plano), inclua também treinamento de endurance neuromuscular sem exaustão.
Preparação Específica: Dura em média 8 semanas e os treinamentos tornam-se mais específicos focando os objetivos de cada modalidade, mas sem perder o nível ou qualidade da primeira fase de preparação geral.
Nesta etapa começa a redução do volume ou quilometragem e aumento da intensidade. O treinamento de força em aparelhos e pesos livre ficam específicos e intensos (o circuito de exercícios diminuem, as séries são sequenciais terminando no limite não suportando mais do que uma ou duas repetições a mais; esta fase divide os “jovens dos homens” pois se inicia um treinamento muito específico e exaustivo (para os que estão treinando para provas mais longas). Este treinamento é chamado de Endurance Neuromuscular, que já foi iniciado na outra fase mas sem exaustão. A frequência cardíaca está sendo solicitada acima do limiar em torno de mais de 15%.
Alguns percursos durante as semanas tem que ser objetivando as mesmas exigências e aproximadamente as mesmas quilometragens das competições que irão começar na próxima etapa.

Período Competitivo

É considerado o de maior importância, pois é quando se coloca à prova tudo o que foi treinado nos últimos meses. Esta etapa é a de “colher” os frutos. Pode ter uma duração de 12 a 20 semanas ou de acordo com o tipo de calendário. Muita exigência técnica, tática, mas sem desprezar o treinamento psicológico, de força, resistência e velocidade.
Muito cuidado nesta etapa para não perder o foco e nem ocorrer perda de peso muito rapidamente, pois caso ocorra é sinal de super-treinamento e o atleta precisa de suplementos e repouso urgente.
Esta também pode se tornar uma etapa para possíveis correções em pontos que não estão dentro do que foi planejado.
Neste período, trabalha-se para que ocorra a supercompensação fisiológica, onde ocorrem os ganhos ou atinge-se o “pico”da performance.

Período de Transição

É o período de recuperação, após muitas competições, dos “estresses” que ocorrem devido às enormes exigências com um grande desgaste físico e mental. Pode durar de 4 a 6 semanas e deverá ser realizado em forma de um treinamento leve com redução do volume e da intensidade. Pode-se realizar inclusive outros esportes como forma de manutenção, mas sem perder totalmente os condicionamentos das outras fases.
Como estamos na fase final da preparação específica do ciclo olímpico para muitos atletas, é interessante esclarecer como um atleta é preparado e porque muitas vezes o seu planejamento não dá certo.
Bons treinos!

Fonte: Revista Bicilceta

Vamos continuar as matérias sobre condicionamento físico (Parte I)

Condicionamento físico - Parte I

Para que todos possam entender um processo de condicionamento físico, é preciso compreender os princípios que o regem. Todo condicionamento físico é um treinamento e obedece regras e processos, ou seja, fases que o corpo humano tem que passar para “colher” seu objetivo.

Revista Bicicleta por Prof. Daniel Branco / CREF 1176/G PR
06/08/2014
Condicionamento físico - Parte I
Foto: Araraadt
Não importa se estamos lidando com jovens, adultos ou terceira idade. Todo o processo depende de uma palavra muito utilizada em treinamento desportivo: base. Cada esporte tem sua forma de gerar a tal base. Por exemplo, um iniciante que procura uma academia para condicionamento muscular não deve realizar rotinas de um praticante avançado. É preciso desenvolver uma base com muitas horas de academia.
Se, por exemplo, utilizarmos um corredor de maratonas (42 km), teremos que dividir seu ano ou período em que está se preparando, em fases bem distintas e claras. Temos de treinar por alguns meses grandes quilometragens, para só então, após uma boa base de quilometragem, contar com respostas fisiológicas melhores para realizarmos treinos mais intensos (treinamento intervalado, treinamento de montanha/subida; treinamento de força; treinamento de potência etc.). No ciclismo não é diferente. Temos que “girar” muita quilometragem por dia ou semana (ciclistas avançados). Grandes ciclistas de voltas internacionais e olímpicos podem acumular 70.000 km por ano. Mas é claro que só a alta quilometragem não define um bom ciclista. Existe um “segredinho” em treinamento que é a relação volume (quilometragem) x potência. Aliás, esta palavra, “potência”, faz toda a diferença nos atletas de qualquer esporte. Porém, para treiná-lo é preciso base de força.
Depois de um bom planejamento ou projeto, ninguém constrói um prédio ou uma ponte sem base ou alicerces, ou seja, a base é a segunda fase de uma obra. Na preparação física também temos de planejar para depois executar. Não podemos “colocar a carroça na frente dos cavalos”.
Ainda hoje me deparo com “atletas” que não conseguem melhorias substanciais em suas competições. Mas, ao observar seus planejamentos - isso quando existe um - percebo que estão treinando um tipo de valência fora da fase para qual estão se preparando. Por exemplo: um triatleta que está há menos de dois meses de um Short Triatlon deveria estar treinando distâncias mais curtas com mais intensidade/potência e muita transição entre as modalidades. Mas é comum vermos nas estradas a “galera” fazendo altas quilometragens (100/120 km) num domingo. Isso é incompatível com a intensidade e tipo de prova, principalmente para aqueles que almejam tempos abaixo de 70 minutos no short.
Então, quanto mais intensa for a exigência de uma prova, mais complexos tornam-se os treinamentos. Em esportes coletivos como o futebol profissional, durante os 90 minutos um atacante pode correr 13 km com várias acelerações de curta distância. Portanto, não deveríamos fazer estes atacantes correr longas distâncias em períodos de competições. O que ele necessita é muito treino de força para melhorar a velocidade e potência.
Um outro quesito muito importante é a falta de treinamento de força e de endurance neuromuscular nos planejamentos ou planilhas. Não podemos fazer uma sessão de musculação em substituição a um treino de estrada ou pista só porque está chovendo: estes treinos de força têm que fazer parte dos treinamentos semanais durante todo o ano.

Dicas para os que pretendem iniciar nos treinamentos:

1. Avaliação Médica (exames clínicos);
2. Avaliação Física (testes fisiológicos de esforço); treinar um pouco abaixo do limiar no começo de temporada; depois treinar em cima do limiar e só depois, quando estiver bem adaptado, tentar treinar acima do limiar, tentar suportar por mais tempo possível os esforços neste patamar fisiológico. Não é fácil!
3. Divida o mês em semanas: fácil, média ,“choque” e recuperativa;
4. Repetir a mesma avaliação a cada, no máximo, três meses;
5. A sobrecarga deve ser colocada ascendente e progressivamente;
6. Procure aumentar gradativamente a duração das pedaladas, para depois melhorar seu tempo;
7. Inclua na sua rotina treinos de força. Não se intimide em colocar muito peso em alguns aparelhos. Portanto, escolha uma academia que possa dar suporte de “quilagem” em aparelhos de membros inferiores (ciclistas e corredores);
8. Não se preocupe caso a sua massa magra aumente, pois este treinamento não visa transformar ninguém em fisicultor.

Fonte: Revista bicicleta

Simulador MTB

Novo simulador de MTB traz as emoções da trilha para dentro de casa


A experiência de realidade virtual se completa com uma tela de 14 polegadas
A experiência de realidade virtual no mountain bike
Do Bikemagazine
Fotos de divulgação
Uma empresa norueguesa apresentou na feira norte-americana “Consumer Eletronics Show”, em Las Vegas, um inovador simulador de mountain bike.
O Ebove™ B\01 Real Motion criado pela startup Activetainment tem tecnologias que transmitem a sensação de estar pedalando uma bike de verdade. O simulador inclina para os lados, para a frente e para trás (para simular subidas e descidas), o guidão vira, a bike tem freios e até troca marchas.
Novo simulador foi apresentado em Las Vegas
Novo simulador foi apresentado em Las Vegas
A experiência de realidade virtual se completa com uma tela de 14 polegadas que mostra por meio de animações 3D a paisagem virtual ao redor. A máquina ajusta automaticamente a resistência do pedal de acordo com o terreno mostrado na tela.
Outra atração do Ebove é a possibilidade de se competir com outros ciclistas que também têm o mesmo equipamento.
Além de mountain bike, o Ebove simula também provas de ciclismo de estrada, contrarrelógio, uphill, downhill, velódromo e até passeios descontraídos.