quinta-feira, 3 de maio de 2012

Red Bull lança mais uma competição muito maluca

Fala pessoal. A Red Bull, sempre inovando, criou a Ride + Style, uma competição muito show! Um festival de manobras radicais em bike de pinhão fixo.


Para quem não sabe, as bikes de pinhão fixo são aquelas que você não pode parar de pedalar, se não sai voando para frente  da bicicleta.


Essa foi a primeira edição da competição Ride and Style. Ela aconteceu em São Francisco no dia 28 de abril. Trata-se de uma competição Free Style em um parque cheio de rampas e os caras alucinando nas manobras. Muito legal.


Valeu Galera!!

Foto do dia: A importância de malhar o abdomen


Estamos começando hoje com o espaço: Foto do Dia. iremos postar fotos sobre bicicletas e até mesmo entretenimento do mesmo. Obrigado a todos os nossos leitores.
Trilheiros da Serra Martins


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Teste de esforço para ciclistas: A importância para o treinamento


USO CORRETO DAS MARCHAS

O atual sistema de transmissão da força de tração na bicicleta sempre foi um dos maiores motivos de preocupação dos ciclistas durante as viagens. Costumamos pensar na corrente de transmissão como uma simples peça da bicicleta, e muitas vezes nos esquecemos que ela é composta, na verdade, por centenas de pequenas pecinhas fixas umas nas outras apenas por pressão.

Por isso, o uso das marchas e da corrente deve ser muito cuidadoso. Além da sujeira e da falta de lubrificação, um dos maiores erros que podemos cometer é o que se chama de corrente cruzada. As correntes de transmissão são feitas para funcionarem ao longo de uma linha reta. Isto é, quando aplicamos uma tração, todos os elos devem estar o mais alinhado possível. Quando ocorre um desalinhamento muito grande destes elos, aparecem forças laterais que diminuem bastante a vida útil da corrente e podem até mesmo causar uma ruptura.


A regra geral é a seguinte. A coroa do meio (na frente) pode ser combinada com qualquer uma das catracas (atrás), evitando-se as das extremidades. Com a coroa maior é bom utilizar somente as quatro catracas menores, que ficam mais ou menos alinhadas com ela. Da mesma maneira, com a coroa menor, utiliza-se apenas as quatro catracas maiores. Desta forma evita-se a situação que está ilustrada na figura acima.

Note que fazendo isso você não está perdendo nenhuma relação de marchas de que a sua bicicleta dispõe, pois as combinações que estamos chamando de ‘proibidas’ produzem relações equivalentes às conseguidas com o uso de outra combinação.

Outro problema parecido com este e que também merece bastante atenção, acontece no momento das trocas de marcha. Quando trocamos de marcha, a corrente que está girando numa das rodas dentadas, tem que se inclinar fortemente para engrenar na roda dentada ao lado, seja através do câmbio dianteiro ou traseiro. Não há nenhum problema, caso esta transição ocorra suavemente.

Porém, se aplicarmos uma tração neste momento, estaremos aplicando as tais forças laterais nos elos que estão envolvidos na transição. Por isso, sempre que mudamos de marcha, devemos girar os pedais livremente sem tração. De maneira prática, podemos dizer que temos que aliviar a força dos pedais para que a mudança de marcha seja macia.

Para isto o ciclista tem sempre que estar atento e prever com alguns segundos de antecedência a necessidade da troca. Por exemplo, se você entrou de repente numa subida, vai ter que reduzir a marcha. Não espere o último momento, pois aí você não vai mais conseguir aliviar a força para fazer a troca. Mas se você errou o momento da troca, não precisa parar, saltar da bicicleta e trocar a marcha com ela parada, ou mesmo empurrá-la até o topo da subida.

Estas dicas se tornam especialmente importantes se você estiver viajando com a bicicleta carregada. O peso, principalmente nas subidas vai acentuar esses problemas.

O sistema de transmissão de forças ainda tem muito que evoluir. Mas enquanto isso, vamos cuidando bem das nossas delicadas correntes, porque elas ainda tem muito o que girar para nos levar a todos os lugares fantásticos que planejamos conhecer.

A RECUPERAÇÃO DO CICLISTA

“Provavelmente o fator mais importante para o progresso do ciclista seja a sua capacidade para recuperar devidamente”, diz Rick Crawford, um treinador de ciclismo. “E provavelmente é o fator mais ignorado”.

O problema essencial é este: o ciclismo é um esporte duro, e os ciclistas de competição são pessoas acostumadas ao sofrimento e a dor. Mas nem todo o sofrimento do mundo fará de si um bom ciclista se não der espaço à recuperação. Lembre-se: quando treina, está efetivamente destruindo tecido muscular. E durante o período de recuperação que ele é regenerado, regressando mais forte do que anteriormente.

Para o ciclista empenhado, a recuperação deve ser tida em conta em tudo o que faça fora da bicicleta. Deve ditar como e quando alimentar-se, dormir, e relaxar. Há um velho ditado no mundo do ciclismo que diz: “nunca corra quando puder andar, nunca ande quando puder ficar parado de pé, nunca fique de pé se puder sentar e nunca sente se puder deitar”. A regra, mais do que a exceção, é sestas diárias e massagens, e durante o pico de treino e de provas, os deveres caseiros devem ser deixados para as esposas compreensivas ou para ajuda contratada.

Parece satisfatório, não é verdade? Mas para a maioria de nós, um tal estilo de vida centrado no ciclismo é tão realista como uma excursão de fim-de-semana a Marte. Todavia, há muita coisa que pode fazer para melhorar a recuperação, mesmo dentro dos limites de uma vida atarefada sem bicicleta.

Primeiro, veja o que pode fazer na bicicleta para ajudar à recuperação. A coisa mais importante é consumir os hidratos de carbono adequados para não cavar uma cova demasiado funda para si. Isso significa encher os cantis com bebidas esportivas em todos os percursos com mais de 60 minutos e encher os bolsos da camisa com refeições leves e géis energéticos. Aponte para cerca de 300 calorias por hora.

Outro truque para a recuperação em cima da bicicleta é assegurar-se de incluí um período de arrefecimento apropriado no final do percurso. Isso deve consistir em 20 minutos de pedalada fácil a uma cadência elevada (100 a 110 RPM), que ajuda a eliminar o ácido láctico dos músculos. Se possível, depois de um dia de treino particularmente duro ou de provas, vale a pena pedalar 15 a 30 minutos à noite. O melhor meio para fazê-lo é num equipamento de treino dentro de casa, não só porque é mais eficiente em tempo como é mais fácil monitorizar o seu esforço.

SESTA
Sempre que puder tirar uma soneca, faça-o, mesmo que seja apenas durante 20 minutos. Dormir é crucial para a produção de hormônios do crescimento, que são um fator importantíssimo no aumento da força e da forma física (é por isso que alguns atletas recorrem a doping ilegal com hormônios do crescimento).

MASSAGENS
Não tem meios para pagar massagens regulares? Então efetue massagens em si mesmo levantando as pernas e trabalhando de cima para baixo, certificando-se que chega à barriga das pernas, músculos isqueo-tibiais e quadricípites. Mesmo que seja só durante alguns minutos por dia pode fazer uma diferença enorme. Se puder pagá-las, não faça cerimônia e vá a uma massagem profissional, mesmo que seja apenas algumas vezes durante o decurso da época. Procure marcá-las de modo a caírem no dia a seguir a uma sessão de treino dura ou a uma prova.

MANTENHA-SE HIDRATADO
Tenha uma garrafa de água no seu escritório, no seu carro, etc. E beba dela frequentemente. Controle a sua urina; se não for incolor ou amarelo pálido, beba mais.

EVITE ÁLCOOL
Beber, mesmo que não seja até ficar bêbado, te prejudicará. O melhor é que nunca use bebidas alcoólicas, mas se não estiver disposto, adie as impregnações para o período fora das provas.

ALIMENTE-SE CONVENIENTEMENTE
Isto já você sabia, não é verdade?

LIDE COM O “STRESS”
Não consinta que os stresses devidos aos aborrecimentos da vida se acumulem e cresçam. Quando o stress surgir (como acontecerá invariavelmente), sirva-se das suas capacidades para resolver problemas para lhe fazer frente e continue em frente. Situações stressantes e o viver em stress são assassinos da recuperação e terão um impacto extremamente negativo no seu treino.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Trilha - 29/04/2012

Domingo é dia de trilha.. dessa vez resolvemos descer a "13" e passar pelas cidades de Frutuoso Gomes e Antonio Martins, após tomar café em Antonio Martins pegamos uma trilha conhecida como "Vertentes" que tem o seu fim na entrada da cidade de Serrinha dos Pintos. como diz nosso amigo Xandexx "quase lá em" só restava subir a serra e chegar a Martins.!

Mapa da Trilha 
 Ladeira da 13
Marquinhos, Ramonn, Xandex e Alvaro  
 Trilheiros da Serra Martins..



 Chegando em Antonio Martins


 Imprevisto na Bike de Marquinhos. sorte que contamos com Xandex Powermix!
 Ramonn e Marquinhos 
Entrada para a trilha das Vertentes
Apregadoo.!

Em breve mais fotos.

sábado, 28 de abril de 2012

DETERMINAR A CADÊNCIA

A cadência é uma medida simples da velocidade da perna, muito parecida com o tacômetro no carro. E tal como o carro anda com maior eficiência a certa RPM, o mesmo acontece com o seu corpo. Da próxima vez que sair em passeio, olhe para o estilo de pedalar dos ciclistas de ocasião (tipicamente usam calças jeans e não põem capacete). A maioria roda os pedais a 40 ou 50 RPM. Esse andamento parece natural devido à crença de que a maneira para andar mais rápido é aplicar força numa mudança maior.



Pois bem, estão errados. Se estiver treinando para ter boa forma física e possivelmente para competir, a sua cadência de pedalar deve ser em média de pelo menos 80 RPM e ir até a 100 ou 110 RPM.

Para contar a cadência enquanto anda de bicicleta é simples, conte o número de vezes que em 30 segundos um pé termina uma pedalada e multiplique por 2. O resultado é o RPM da sua pedalada. Também pode comprar um ciclo-computador, que lhe exibirá permanentemente em tempo real a cadência. Seja como for, deve verificar a sua cadência numa variedade de terrenos, incluindo em subidas, no plano, e nas descidas. Com certeza variará, mas procure manter a sua cadência dentro dos 15% do seu RPM no plano (se mantiver 100 RPM no plano, procure ficar nas 85 RPM quando subir).

Mas à medida que o seu corpo se acostumar à crescente velocidade do pedal, rapidamente passará a andar mais depressa, e com mais energia em reserva.

PORQUE?
Primeiro, andar depressa exige uma taxa de trabalho elevada, e pura e simplesmente acontece que você é mais eficiente numa cadência elevada. Ao fazer rodar rapidamente os pedais em mudanças moderadas em vez de se esforçar noutras maiores para manter uma dada velocidade, os músculos das suas pernas ficam mais frescos e permitem-lhe que treine com mais eficiência. Uma boa analogia é o levantamento de pesos: provavelmente poderia levantar um peso de 2 quilos durante um dia inteiro. Mas se somasse o peso cumulativamente levantado e tentasse levantá-lo de urna vez só, não conseguiria sequer fazê-lo mexer-se. Trata-se de um exemplo extremo, mas a teoria é precisamente a mesma. Quanto mais depressa pedalar, menos força é necessária para movimentar os pedais e mais divide a carga de trabalho em pequenas partes, mais fáceis de realizar.

Em segundo lugar, e da maior importância para os corredores, uma cadência elevada facilita a aceleração. Recorramos uma vez mais à analogia com o carro: quando você se prepara para ultrapassar num trecho pequeno de estrada com apenas duas vias, qual é a primeira coisa que faz? Reduz a marcha, o que aumenta a RPM do motor e lhe dá maior capacidade de aceleração. O mesmo se passa com o pedalar numa bicicleta. Rodar rapidamente os pedais em mudanças mais baixas permite-lhe reagir muito mais rapidamente a alterações rápidas de velocidade, como sejam as que acontecem quando um concorrente ataca. Em vez de se ver atolado numa mudança demasiado alta e ficar para trás, poderá responder ao esforço dele, segui-lo e, evidentemente, derrotá-lo na linha de chegada.

Por último, rodar rapidamente os pedais exige menos dos joelhos. Rodar esforçadamente os pedais numa mudança grande sobrecarrega essas articulações delicadas para lá da capacidade delas, e pode originar lesões debilitantes. E isso é, em suma, uma coisa muito ruim.