quarta-feira, 25 de abril de 2012

Subida? Como se preparar para subir morros sem sofrer

Você pode nunca subir como um profissional, mas com uma certa técnica você pode se superar. Todos nós sabemos como ciclismo pode ser exigente, especialmente quando se trata de corrida. Não só com a variedade de estratégias empregadas pelos adversários, mas também temos muitos fatores ambientais com impacto sobre nossa capacidade de executar. Entre o último é a inclinação do terreno.
Desempenho em colinas é um fator primordial no sucesso em uma prova de ciclismo. Se você não for disputar uma prova no Uruguai onde tudo é plano ou passear em um parque urbano, sempre terá um morro pela frente para transpor. Este é o ponto fraco de qualquer novato, em particular a sua capacidade de subir bem e recuperar o fôlego de forma eficaz. Considerando isso, fugir de morrinhos sempre não irá lhe ajudar em nada a melhorar a seus mecanismos fisiológicos. O melhor é colocar uns como alvo e avançar sobre eles para melhorar.

Chegue ao topo sem sofrer
Como funciona e o que fazer para subir morros sem sofrer
Para começar, você precisa identificar os tipos de morros você enfrentar regularmente durante seus passeios e, se for o caso, ao longo das provas que você deseja entrar. Há os que exigem apenas um curto tiro para fazer você emergir no pico. Estes dependem de energia não-oxidativa (anaeróbica) e a recrutam para o serviço fibras musculares tipo IIA e IIX. Forças podem ser produzidas rapidamente criando uma grande potência e velocidade, mas com a acumulação de metabólicos, que afeta o desempenho muscular, a fadiga da as caras e a velocidade cai rapidamente. Como alternativa, existem os menos íngreme, mas mais longos de subir que resultam em uma resposta ligeiramente diferente. Com um esforço de intensidade menor do que o de subir um pico, inicialmente haverá uma maior demanda do sistema energético oxidativo (aeróbico). Com as fibras musculares sendo recrutadas de uma forma hierárquica (tipo I> tipo AI> tipo IIX), a carência de oxigênio irá aumentar à medida que continua a subir, com uma acumulação de metabólicos mais gradual. Na maior parte dos casos, provavelmente você vai encontrar dois tipos de subidas e precisa ter a força para um esforço súbito, bem como a resistência para a subida prolongada. Seja o Rei das subidas: Por isso, é importante identificar as deficiências específicas antes de colocar morros no seu treino. Obviamente evitando morros você não ira melhorar a sua capacidade de escalar os mesmos. Onde: Dentro do seu passeio ou treino você precisa encontrar uma rota circular que incorpore uma boa seleção de morros intercalados com seções planas para a recuperação. Escolha um circuito distante da sua casa, a fim de que a viagem antes de começar funcione como um aquecimento.
O treino
Uma vez lá, de uma volta no circuito para avaliar tanto a inclinação quanto o comprimento das colinas. Essa avaliação lhe dirá o tipo de esforço e a seleção de marchas que precisa. Perceba que tipo de esforço você esta fazendo e que marcha consegue sustentar na subida. Tendo verificado o curso, começar a trabalhar em torno de seu caminho. Logo antes de cada subida, coloque a marcha anotada, ganhe um pouco de velocidade e ataque o morro. Force o máximo que puder, tente chegar ao topo, só mude de marcha se realmente precisar. Use a seção plana para recuperar antes do próximo esforço. Se o próximo morro é do tipo longo calvário, mantenha-se sentado, escolha uma marcha e de tente manter um conjunto andando até o topo. [b]O que NÃO fazer[/b] Não contraia o seu tronco ou ombros, mas sim tente manter suas mãos relaxadas e mantenha uma boa postura sobre a bike. Isso irá permitir que, em primeiro lugar, os pulmões e diafragma fiquem mais abertos auxiliando a ventilação, e, por outro, irá reduzir a tensão muscular que, de outra forma, aumenta a necessidade de oxigênio e calorias despendidas.
O quanto treinar
Certifique-se de ter ampla recuperação entre morros. Dependendo do tamanho do circuito tente de fazer o máximo que puder em 45 minutos. Marque quanto tempo leva para fazer cada subida, mesmo que mentalmente, depois de algumas vezes fazendo o circuito, verá que voce estar bem mais rápido para matar aquela subidinha que te matava. Seja o Rei da subida: Lembre-se de usar a volta para casa para desacelerar o corpo. Por último, não pegue pesado demais. É importante dar dois dias de folga ou dias de pedais tranqüilos entre treinos duros de sobe morro. Ao prestar atenção ao seu corpo você será capaz de identificar sua recuperação – se a sua freqüência cardíaca não subir facilmente, ou você se sentir, sobretudo cansado, tire um ou dois dias de folga. Não force nada enquanto você não se sentir bem para treinos fortes. Respeite seus limites.



Suplementos Alimentares: Saiba como tirar proveito deles e melhore seu desempenho

Não tem nada de novo no uso de nutrientes específicos para um melhor desempenho atlético. Desde a Grécia antiga, os atletas faziam uso de determinados alimentos para obter melhores resultados nas olimpíadas!

O Glicodry é um repositor utilizado bastante pelos ciclistas

E, hoje em dia, não é diferente! A procura por suplementos alimentares entre os atletas e pessoas que buscam um melhor rendimento no esporte e academias é uma prática comum.
Os efeitos benéficos desses suplementos são reconhecidos apesar de não existirem muitos estudos sobre os possíveis efeitos colaterais quando usados em excesso. Para um melhor resultado sem riscos, é necessário que você tenha suporte de quem entende. Em Patos de Minas temos a Nutry Suplementos, que além de vender, eles auxiliam com dicas e recomendações, principalmente se você quer competir ou realizar pedais longos.
Confira alguns dos suplementos disponíveis no mercado e a sua função:
Suplementos Protéicos: Produtos ricos em proteínas, para completar as necessidades do esportista (que é superior as necessidades de pessoas sedentárias e não-praticantes de atividade física). Pesquisas confirmam a importância desse suplemento para a produção de massa muscular.
Whey Protein: É a proteína do soro do leite. Estes produtos possuem alto valor nutricional, contendo alto teor de aminoácidos e cálcio. Pesquisas demonstram efeitos sobre a redução da gordura corporal, assim como a melhora do desempenho físico.
Albumina: Extraída da clara do ovo, a albumina é uma proteína de alto valor biológico (que fornece todos os aminoácidos essenciais) sendo muito importante para atletas que desejam realizar uma dieta hiperprotéica.
Aminoácidos: Produtos fornecedores de energia. Relacionados também à redução de fadiga em exercícios de longa duração.
BCAA: Leucina, Valina e Isoleucina: Aminoácidos essenciais (que o corpo não produz), que são abundantes nas carnes. Pesquisas sugerem que completar a dieta do atleta com BCAA ajuda a prevenir a queda do desempenho durante o exercício prolongado.
Creatina: Faz com que o corpo responda com maior velocidade a um menor esforço e período de tempo para atingir o resultado final. Funciona como importante reserva de energia e aumento da massa muscular.
Suplementos energéticos: Produtos constituídos principalmente por carboidratos, para alcançar ou manter o nível de energia necessário dos atletas.
Queimadores de gordura: Produtos utilizados para reduzir a gordura corporal pela ação termogênica.
Repositores hidroeletrolíticos: Bebidas com associação de carboidratos e eletrólitos (sódio, potássio, vitaminas e minerais) para reposição de água e minerais durante o exercício.
Barras Energéticas: São barrinhas compostas em grande parte por carboidratos, menos fibrosas que as comuns e ótimas para serem utilizadas durante e após o exercício. São de fácil absorção poupando parte do conteúdo muscular e diminuindo a fadiga.
Barrinhas Proteicas: Ideais para serem consumidas após o treino, têm função de recuperação muscular.
A nutrição é um fator fundamental se você quer otimizar seu desempenho atlético. A alimentação equilibrada ajuda a reduzir a fadiga, reparar lesões, garante energia e melhora a saúde geral.
Portanto, antes de fazer qualquer uso de suplemento nutricional é necessária uma avaliação detalhada, e o profissional capacitado para fazer esta avaliação é o nutricionista. E na Nutry você tem nutricionista a seu dispor.

Fonte: Nutrição em pauta e RG Nutri

Respeite o ciclista!

São várias as campanhas que alertam os condutores com o âmbito de prevenir acidentes entre carros e bicicletas.

Algo que ainda acontece em estradas Brasileiras, e não só, e que se pode prevenir utilizando apenas uma regra: O automobilista não se deve aproximar mais que 1,5 metros do ciclista.

É também chamada a distância segurança e deve começar a ser cumprida pois pode resultar numa infracção, correspondendo a uma multa acentuada.


Um pequeno esforço feito por todos pode fazer uma diferença significativa para muitos!

Boas pedaladas

Trilheiros da Serra Martins.!



terça-feira, 24 de abril de 2012

CTB de Bolso


O CTB de Bolso é uma das melhores fontes de informação sobre os direitos e deveres dos ciclistas. Tenha sempre à mão, seja para embasar uma reclamação junto aos órgãos de trânsito, ou para difundir educação para outros ciclistas. Esta compilação foi produzida a partir de uma apresentação no III Encontro de Cicloturismo (2004) e desde então foi aprimorada, sendo rebatizada em 2007. Está em formato de impressão e é muito fácil de ler, com os comentários bem pontuados de Claudiléa Pinto.
Leia sobre a evolução do CTB de Bolso no blog da Transporte Ativo.
Para fazer o download, clique aqui.

CARGA INTERNA x EXTERNA


Vamos pensar na seguinte situação: você treina com um grupo de amigos, todos realizam o mesmo treino - no mesmo volume (distância, horas, etc...), intensidade (potência, velocidade, etc...) e freqüência (sessões por dia, dias por semana, etc...). Depois de algum tempo treinando, você começa a perceber que consegue realizar o mesmo treino que seus parceiros, mas que se adaptam de forma diferente, e passam a ter um maior ou menor rendimento em relação a você. Seria o pivô dessas diferenças a genética?


Com certeza ela tem grande influência, mas é incorreto pensar que não há nenhuma possibilidade de fazer com que você tenha um rendimento tão bom quanto o dele. Talvez você precise somente ajustar o seu treinamento.



O treinamento nada mais é que um conjunto de ações repetidas (os treinos) que visam um objetivo predeterminado: melhorar uma via metabólica ou uma capacidade física deficiente, por exemplo.



INTERNA X EXTERNA
Cada pessoa tem uma capacidade de se recuperar e adaptar a essas ações repetidas, e isto determina a maneira como são distribuídos os parâmetros de treinamento (volume, intensidade, freqüência, etc...). Neste contexto é que começamos a discutir a temática desta matéria. A maioria dos treinadores prescreve seus treinamentos sobre parâmetros de carga externa.



Carga externa é a carga de treinamento completada pelo atleta independente de suas características biológicas. Por exemplo, quando todos os atletas de uma equipe ou o pelotão completam um treino de 100 km a uma velocidade média de 38 km/h, todos realizaram a mesma carga externa.



Quando diversos atletas cumprem a mesma planilha, mesmo que treinando sozinho, isto também acontece. O problema em questão consiste no fato da adaptação ao treinamento ser determinado pela carga interna, e não pela externa.



Carga interna é a carga de estresse fisiológico e psicológico imposta ao organismo do atleta por uma relativa carga externa realizada. Dois atletas podem conseguir ter a mesma carga interna e a mesma adaptação ao treinamento por meio de cargas externas diferentes.



Realizar uma menor carga externa não significa que você está treinando menos que seu concorrente se as cargas internas de ambos forem iguais. Significa que você está respeitando o princípio da individualidade, tão citado nos livros de treinamento. Tentar treinar a mesma carga externa de outra pessoa sucessivas vezes para acompanhá-la pode levar você a diversos estímulos acima do ideal, e deste modo, em vez de melhorar, você pode entrar em um processo de overreaching.



Outro fator importante é a capacidade da carga interna permitir a monitoração de diferentes tipos de estímulo de treinamento. Por exemplo, pelo método que você monitora seus treinamentos atualmente saberia me dizer qual sessão de treino gera um estresse maior ao organismo: um treino contínuo de 100 km a 190 watts de potência ou um treino intervalado de 20 tiros de 250 metros a 380 watts com recuperações de 1 km a 150 watts? Se as distâncias se equivalem (50 km de intervalado e 50 de contínuo, por exemplo) fica fácil saber, mas se não há equivalência, a carga externa proporciona dificuldades para o monitoramento do impacto da sessão no organismo.



Você não precisa despender altos recursos financeiros para conseguir monitorar sua carga interna. Existem ferramentas de monitoração de treinamento válidas e de baixo custo (questionários de estresse, PSE da sessão, TRIMP, etc...) que permitem controlar adequadamente seu treino desde que sejam utilizadas da forma correta. Pergunte a seu treinador, pois se ele estiver atualizado, provavelmente ele saberá orientar você sobre algumas delas.



ALGUMAS DICAS
- Limite seus treinos em grupo a duas vezes na semana: não treine a semana inteira junto com a equipe (ou grupo de amigos), pois deste modo você pode estar superestimando ou subestimando sua carga interna.



- Procure obter uma prescrição de treinamento individualizado: seu treino é somente seu, e não para todos. Evite a “receita de bolo”, faça uma boa avaliação e procure um especialista que prescreva seu treinamento em cima dos seus próprios dados.



- Oscile as cargas internas de treinamento: cargas de mesma magnitude tendem a gerar monotonia de treinamento, prejudicando a recuperação e a adaptação positiva.



Treinando e monitorando sua periodização por meio de parâmetros de carga interna é muito mais provável que você consiga obter um rendimento tão bom ou melhor que de seus parceiros do que se você tentar copiar a carga externa deles. Isto porque respeitar a sua carga interna permitirá você extrair um pouco mais da sua capacidade de adaptação de forma adequada, proporcionando maior capacidade de rendimento esportivo.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Subida: é melhor pedalar sentado ou em pé?

Recebi a seguinte questão na semana passada: quando estou pedalando numa subida, devo pedalar em pé ou pedalar sentado? Como tudo, isso depende, depende dos seguintes fatores:
Pedalar melhor
Inclinação da subida: subidas pouco inclinadas geralmente devem ser feitas sentadas. Quanto mais inclinado for a subida mais provável será que você tenha que pedalar em pé. Pedalar em pé tem a vantagem de usar o peso do corpo para aliviar um pouco a sobrecarga dos músculos, mas com a desvantagem de aumentar o estresse cardiovascular. Como resultado você ficará mais ofegante quando estiver de pé.
Comprimento da subida: Quanto menor a subida, mais vantagem você terá em levantar do selim. Assim você conseguirá gerar uma potência maior (de pé o peso corporal ajuda a transferência de força nos pedais) e você conseguirá vencer a subida mais rápido.
Tipo de competição: Em subidas pouco inclinadas um triatleta ou contra-relogista tem mais vantagens se ficar sentado se comparado com um ciclista. Isso está relacionado com a dinâmica das provas de ciclismo (o contrário das provas de contra-relógio e Triathlon onde manter o ritmo é melhor). Se um outro ciclista do pelotão acelerar na subida você corre o risco de sobrar, o que te forçará a acelerar também. Pedalando em pé é mais fácil acelerar.

rei da montanha
Ciclistas magros como Cadel e Schleck levam vantagem em pedalar de pé
Massa Corporal: Quanto mais magro você for mais vantagens terá em ficar de pé. Um atleta grande normalmente leva vantagem se ficar sentado.
Velocidade: A 20km/h ou mais é melhor ficar sentado ou no clip, se você estiver com sua bike de triathlon. A menos de 20km/h ficar em pé é melhor. Isso também é afetado pela velocidade do vento, quanto mais forte estiver o vento mais provável a vantagem de se ficar sentado.
Fadiga: Em subidas longas, especialmente aquelas no final de corrida, existe uma vantagem em se alternar pedalar em pé e sentado nas subidas para melhorar a fadiga muscular. Mesmo que todas as condições acima indiquem que é melhor ficar sentado mas você estiver com a perna muito cansada, pedalar um pouco em pé pode ser benéfico para dar um alívio aos músculos usados em pedalar sentado.
Relação: A relação está relacionada com o desnível acumulado. Se sua relação é tão pesada a ponto de não conseguir manter a cadência, então talvez seja necessário pedalar em pé para conseguir manter o ritmo almejado.
Mountain Bike: Na trilha pedalar em pé normalmente significa perda de tração. Portanto na maioria das vezes é vantagem pedalar sentado a menos que o piso seja muito bom para tracionar. Pedalando sentado você conseguirá manter uma tensão mais constante na corrente o que diminui as chances da sua roda traseira escorregar.
A boa notícia aqui é que basicamente você pode seguir os seus instintos. Não há muito mistério, quanto mais você pedalar mais experiência terá.
O importante é incluir tanto subidas onde você pedale sentado quanto em pé no seu treinamento. Treinar subir sentado pode melhorar sua força muscular, o que pode ser benéfico na hora de pedalar no plano. Pedalar em pé pode melhorar o seu condicionamento cardiovascular, isso é um recurso bom para quem mora em regiões com subidas curtas, treinar em pé pode aumentar a sobrecarga cardiovascular do seu treino.

Extraído do Espírito Outdoor.

Os prós e os contras das bicicletas aro 29

O Mountain Bike (MTB), também conhecido como BTT por nossos amigos Portugueses é a modalidade de ciclismo mais praticada no mundo e por consequência são as bicicletas mais vendidas no mundo.

As bicicletas de MTB surgiram no final da década de 1950 na Califórnia, quando um grupo de surfistas procurou atividades para os dias sem ondas. As primeiras pessoas a modificarem uma bicicleta para melhorar seu desempenho na terra foram James Finley Scott, Tom Ritchey e Gary Fisher. Este último considerado por muitos o verdadeiro inventor do MTB. Na época as MTBs nada mais eram do que bicicletas de passeio com pneus balão e guidão reto.
A Superfly é a MTB (BTT) mais leve de toda a linha Gary Fisher.

As MTBs evoluiram muito com o passar dos anos, hoje possuem quadros reforçados de alumínio ou fibra de carbono, pneus mais grossos com cravos que possibilitam uma melhor tração em diversos tipos de terreno; freios a disco hidráulicos, suspensão traseira e/ou dianteira, pedais de encaixe, pneus tubeless e um número muito maior de marchas.
De lá pra cá o único componente que, até recentemente, não havia sofrido nenhuma modificação foi o diâmetro das rodas que normalmente tem 26”. Na última decada começaram a surgir bicicletas que usam rodas com o diâmetro de 29”. Segundo Gary Fisher, as rodas 26” só foram adotadas no MTB por pura coincidência pois na época do surgimento das MTBs as rodas 26” eram as mais comuns no mercado.
Muito se debate a respeito dos prós e os contras desse tipo de bicicleta, mas os puristas do MTB têm que admitir as 29ers, como são chamadas essas bicicletas com rodas maiores tem se tornado cada vez mais comuns a ponto de algumas equipes de MTB adotarem exclusivamente esse tipo de bicicleta e mais as 29ers começam a ser presença cada vez mais comuns nos pódiuns das Etapas do Circuito Mundial de MTB.
Segundo Conrad Stoltz, em e-mail recente ao Espírito Outdoor, “Pretendo usar mais minha 29er nessa temporada. Sinto que em percursos tecnicamente difíceis a maior superfície de ocntato com o chão da mais tração. Com iso você não tem que brecar tanto nas curvas e consegue manter o momentum. É quase como ter uma suspensão extra e com isso você não se cansa tanto….Em qualquer situação acima de 5km/h as 29ers são mais rápidas”.

Vantagens das 29er:

  • Menor ângulo de ataque: com um diâmetro maior as rodas dissipam melhor as oscilações verticais dos buracos e obstáculos. Andar em uma aro 29 é quase ter uma suspensão extra.
  • Maior superfície de contato com o chão o que melhora a aderência nas curvas, tração nas subidas e nas frenagens. Em superfícies “soltas” (loose surface) rodas maiores são uma real vantagem.
  • Rodas maiores mantém o momentum mais fácil: Quanto maior a velocidade mais fácil fica de manter o momentum.
  • As 29er são mais confortáveis e com isso cansam menos os ciclistas.
As rodas maiores são uma real vantagem na transposição de obstáculos.

Desvantagens das 29ers:

  • Rodas maiores sempre serão mais pesadas.
  • Rodar maiores demoram mais para acelerar.
  • A distância entre eixo pode ser maior numa bike 29” do que em uma bike 26” o que faz com que a bike seja um pouco mais lenta em situações extremamente travadas.
  • Ainda não existem muitas opções de suspensões e pneus para as 29ers.